quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

A briga pela propriedade da marca iphone no Brasil continua esquentando. O Inpi  publicou nessa quarta-feira (13) que rejeitou o pedido da Apple de uso exclusivo da marca iPhone no Brasil e concedeu o direito à Gradiente, por ter sido a primeira companhia a fazer essa solicitação no ano 2000.
A Gradiente teve seu registro concedido pelo Inpi em janeiro de 2008, passando a deter os direitos exclusivos de produção e venda da marca até 2018. Entretanto, ela ainda não havia usado a marca até o ano de 2013. Segundo a empresa, isso ocorreu porque ela estava concentrada em promover a reestruturação de sua operação.


Agora o Inpi publicou uma petição da Apple em que ela o fim dos direitos da Gradiente de usar a marca Iphone em aparelhos celulares. O argumento da companhia americana é a “caducidade” do direito de uso da marca. Tudo porque, segundo a legislação brasileira, uma empresa que obtém o direito sobre uma marca tem de usá-la em seus produtos em até cinco anos. Se ela não fizer o uso da marca nesse período, perde a exclusividade no direito de uso.
Com isso a Apple está usando o tempo em que a Gradiente ficou sem usar a marca como argumento para tomar o direito de exclusividade dela. Em sua petição, a Apple diz que como a Gradiente não usou a marca “iphone” em nenhum de seus produtos entre janeiro de 2008 e janeiro de 2013, ela perdeu o prazo de cinco anos que lhe dava exclusividade sobre a marca.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

O Medo de Investir


Todos nós sabemos a importância de poupar e investir, mas muitas pessoas têm medo de investir por não entenderem o mecanismo e processo de investimento. E nada pior que andar em terreno desconhecido. Hoje, vou falar sobre a teoria dos mercados eficientes e a influência dela sobre todos os investidores, melhor dizendo: a nossa influência sobre a teoria.
A teoria dos mercados eficientes é a nova teoria ou teoria moderna, enquanto a análise gráfica e fundamentalista são as teorias antigas. Basicamente, a teoria dos mercados eficientes diz que todos os agentes do mercado têm acesso as mesmas informações, ao mesmo tempo, que o preço dos ativos reflete exatamente o nível de conhecimento, preparo, despreparo, medo e ganância de todo o mercado sobre o ativo ou sobre o próprio mercado e que qualquer distorção nos preços é rapidamente corrigida. Seguindo tal lógica, seria infundado pensar em rentabilidades acima da rentabilidade do mercado em si. O mais interessante seria procurar investimentos que nos proporcionem rentabilidades idênticas ao do indicador em questão, no caso de renda variável, o próprio Ibovespa. Mas essa teoria nos abre alguns parênteses. Vamos ao primeiro: se o mercado realmente é eficiente, distorções nunca deveriam ocorrer. Segundo: seria ótimo aproveitar essas distorções. A variável que permite que tal evento ocorra é chamada de assimetria de informações, que é quando dois agentes estabelecem uma transação entre si e uma das partes envolvidas detém mais informações em relação à outra parte. Essa falha do mercado só existe por conta do comportamento humano, que é imprevisível, e este conceito gera outro evento que é conhecido como seleção adversa.   Tal evento ocorre quando os investidores selecionam de maneira incorreta ativos ou a direção do mercado. É como comprar na hora que deveria vender e vice-versa. Isso sempre é piorado pelo efeito manada, que é quando o investidor não sabe o que fazer e age movido pela vontade do todo e compra somente porque o mercado está subindo, sem entender o que realmente está fazendo ou acontecendo. Por outro lado, essa falha de mercado, a assimetria de informações, faz com que investidores mais informados consigam maximizar o seu retorno sobre o investimento. Logo, esse evento deve ser visto como uma oportunidade a ser aproveitada e não como algo a ser temido. Lembre-se ao ler isto: você acaba de diminuir sua assimetria informacional.    Agora imagine um banco de investimentos formado por spanersos profissionais, todos com boas formações acadêmicas e muita informação disponível. Estes profissionais dedicam suas vidas exclusivamente a encontrar as distorções de preços, aproveitando os breves momentos de ineficiência do mercado e tornando-o novamente eficiente. Com certeza, eles conseguirão auferir lucro maior que a média do mercado. Esses são os agentes que trazem eficiência para o mercado.   A pergunta é: o que isso tem a ver com o meu medo de investir? Na verdade, me deu mais medo. Vamos olhar o outro lado da coisa. Imagine um médico fazendo o trabalho de um engenheiro. Estaremos, com certeza, perdendo um bom médico e algumas vidas nas construções feitas por esse pseudo-engenheiro. A mensagem que quero passar é que não devemos ter medo de investir. Em primeiro lugar, devemos ir atrás de informação e depois procurar ajuda profissional para os investimentos. Assim como, quando estamos doentes, vamos a um médico, quando queremos investir devemos procurar uma boa assessoria. Conhecer o mercado através de um bom profissional é muito vantajoso, pois podemos usar a experiência deste profissional para identificar nosso perfil e saber qual o melhor investimento, descobrindo, inclusive, a quantia de dinheiro  que devemos alocar em cada ativo.   Não tenha medo de investir, pois, segundo a teoria que acabamos de ler, até o nosso medo está precificado nos preços dos ativos. Entenda que o medo que os outros investidores têm é que pode causar as ineficiências do mercado. Portanto, procure ajuda profissional e o maior número possível de informações para identificar as oportunidades e lucrar em cima do medo e despreparo dos outros. O Mercado obedece ao mesmo conceito da natureza: nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. O dinheiro que entra como lucro em seu bolso, ou o que saiu como prejuízo do bolso de alguém ou como uma aposta contrária a sua. Aqui, informação é transformada em lucro.

domingo, 11 de novembro de 2012

o Mito da Poupança

"Não se ganha dinheiro comprando o que é popular." Warren Buffet. Considerado o maior investidor de todos os tempos, essa frase deveria ser ouvida com mais atenção pelo brasileiros. Com cerca de 40 milhões de clientes, a caderneta de poupança é, com larga vantagem, a aplicação mais popular do Brasil. Porém, não se trata de uma boa opção de investimento nem para quem quer apenas preservar o poder de compra do dinheiro.

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Novo Site

www.aulasdebolsa.com.br 

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Dividendos

Na bolsa de valores, existem diversas ações, diversas estratégias e principalmente, diversos tipos de investidores, alguns conservadores, outros agressivos, arrojados, moderados e muitos outros com uma constante mudança de estratégia. De conservador pra agressivo, de agressivo para conservador, eu particularmente me encaixo no perfil moderado.
Investidores conservadores, costumam buscar na bolsa de valores a renda passiva, ou seja, a renda que entra sem você trabalhar por ela. Mas investir na bolsa não é um trabalho? Sim, com certeza, portanto a renda passiva é quando você recebe dinheiro sem precisar operar na bolsa de valores, basta comprar as ações que o dinheiro vai entrando na sua conta sem você ter o trabalho de operar.
Mas é possível ganhar dinheiro comprando as ações, sem depois vendê-las mais caro? Sim, muitos investidores conservadores fazem isso, e uma das estratégias deles é a busca pelos dividendos. Um investidor que compra uma ação e a segura por longo prazo, possui o principal objetivo de viver de 3 itens:
-Dividendos, juros sobre o capital;
-Valorização das ações;
-Aluguel de ações;
Os dividendos na bolsa de valores, são um dos principais itens que o investidor de longo prazo busca em uma empresa, pois com os dividendos é possivel obter um lucro em um determinado período, e reinvestir esses lucros fazendo os próximos dividendos virem maiores ainda. Esse é o efeito chamado pelo Warren Buffet de bola de neve. Se você parar para fazer as contas, verá que é uma estratégia excelente que requer paciência.
Montando uma carteira de ações, com o propósito de ganhar os dividendos é uma boa estratégia principalmente se você alugar suas ações para outro investidor, obtendo uma taxa extra no período, com direito a dividendos e tudo mais.