Em breve Contabilidade...
"Elementos de um grande Executivo Financeiro: Lucro, Menor Imposto e Quantidade de Dividendos."
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Taxa Básica de Juros
A taxa básica de juros é o instrumento utilizado pelo Banco Central para
manter a inflação sob controle. Se os juros caem muito, a população tem maior acesso ao crédito e consome mais. Este aumento da demanda pode pressionar os preços caso a indústria não esteja preparada para atender esse maior consumo. Por outro lado, se os juros sobem, a autoridade monetária inibe consumo e investimento, a economia desacelera e você evita que os preços subam - inflação.
Com a redução da taxa básica de juros (Selic), o BC também diminui a atratividade das aplicações em títulos da dívida pública. Assim, começa a "sobrar" um pouco mais de dinheiro no mercado financeiro para viabilizar investimentos que tenham retorno maior que o pago pelo governo. É por isso que os empresários pedem corte nas taxas, para viabilizar investimentos. Nos mercados, reduções da taxa de juros viabilizam normalmente migração de recursos da renda fixa para a Bolsa de Valores. Em um cenário normal, é também por esse motivo que as Bolsas sobem nos Estados Unidos ao menor sinal do Federal Reserve (BC dos EUA) de que os juros possam cair. Quando os juros sobem, acontece o inverso. O investimento em dívida atrai o dinheiro que serviria para financiar o setor produtivo.
manter a inflação sob controle. Se os juros caem muito, a população tem maior acesso ao crédito e consome mais. Este aumento da demanda pode pressionar os preços caso a indústria não esteja preparada para atender esse maior consumo. Por outro lado, se os juros sobem, a autoridade monetária inibe consumo e investimento, a economia desacelera e você evita que os preços subam - inflação.Com a redução da taxa básica de juros (Selic), o BC também diminui a atratividade das aplicações em títulos da dívida pública. Assim, começa a "sobrar" um pouco mais de dinheiro no mercado financeiro para viabilizar investimentos que tenham retorno maior que o pago pelo governo. É por isso que os empresários pedem corte nas taxas, para viabilizar investimentos. Nos mercados, reduções da taxa de juros viabilizam normalmente migração de recursos da renda fixa para a Bolsa de Valores. Em um cenário normal, é também por esse motivo que as Bolsas sobem nos Estados Unidos ao menor sinal do Federal Reserve (BC dos EUA) de que os juros possam cair. Quando os juros sobem, acontece o inverso. O investimento em dívida atrai o dinheiro que serviria para financiar o setor produtivo.
Montanha Russa Financeira
Banco Central fará um leilão de swap cambial nesta quara-feira. Entenda: SWAP.

Em finanças, swap é um contrato que estabelece a troca de rentabilidade e risco entre investidores. Para entender a necessidade de um contrato de swap, cite-se por exemplo uma empresa exportadora, que têm receitas em dólar, mas cujas despesas são corrigidas por juros pós-fixados. Nesse caso, a empresa poderia usar um contrato de swap para trocar o "risco cambial" pelo "risco de juros pós-fixado". Uma típica empresa interessada nesse título seria uma varejista importadora, cujas despesas são atreladas ao dólar e cujo caixa está aplicado no mercado (acompanhando assim a evolução dos juros). Assim, essas duas empresas fazem um contrato de swap entre si, ou através da intermediação de instituição financeira, para trocar uma posição de risco. Swap é um contrato derivativo. Pode ser usado como no exemplo acima (de hedge ou seguro), ou como investimento especulativo. Nesse tipo de contrato, os investidores se comprometem a pagar a oscilação de uma taxa ou um ativo (no caso do contrato cambial, as mudanças no dólar). O mercado financeiro, na prática, acabou por eleger algumas combinações preferidas. Um exemplo comum é o do exportador conservador que não gostaria de correr os riscos de uma oscilação cambial. Isso ocorre porque suas receitas são em dólares e despesas em reais, não interessando a ele portanto, correr o risco da variação do câmbio. Em virtude dessa situação ele pode fazer um swap com um contrato de DI contra dólar. Nesse caso o banco assume o risco em dólar e, em troca, o exportador conta com os juros do DI - que é um ativo corrigido pela taxa diária dos jurosQuando um investidor realiza o chamado Swap Cambial Reverso, ou seja, troca CDI em reais por variação cambial em dólares, este também ganha, além da variação, uma taxa adicional, chamada de cupom cambial. No leilão de contratos de "Swap Cambial Reverso", as instituições financeiras que compram esses contratos recebem uma taxa de juros. O Banco Central, que vende os papéis, ganha a variação cambial do período de validade dos contratos. Como o Banco Central recebe uma taxa de juros e paga a variação do câmbio, esses títulos são denominados de "reversos". Quando intermediados por instituições financeiras, os contratos de swap estão sujeitos à incidência de IOF e IR, conforme tabelas fornecidas pela Receita Federal. De um modo geral, a alíquota do IOF é decrescente, em função do prazo de permanência do contrato. De acordo com a legislação do Banco Central, podem ser usadas taxas de juros, índices de preços, taxas de câmbio (moedas estrangeiras) e ouro. Portanto, o leque de combinações entre as partes é grande. Os índices mais utilizados atualmente são o DI, dólar comercial e flutuante, IGP-M, IGP-DI, ouro, taxa prefixada, taxa SELIC, TR, TBF, TJLP e Ufir.
terça-feira, 7 de outubro de 2008
Liberdade ao Banco Central.

Em ajuda aos pequenos com dificuldades o BC vai adquirir carteiras de bancos e poderá adquirir ativos no exterior para suprir a falta de interesse dos bancos comerciais. Se houver inadimplência, segundo as primeiras notícias, a responsabilidade será do banco emissor.
Quais os critérios para a aquisição desses ativos? Quais as garantias que serão dadas? Por que os bancos grandes se recusaram a adquirí-los, apesar do aceno da redução do compulsório? Meirelles declarou que "a boa prática bancária recomenda que isso (o socorro aos bancos) deve ser objeto de sigilo bancário para não haver especulações desnecessárias".
Porém a especulação ocorre onde não há plena informação. As boas práticas de gestão de recursos públicos não recomenda esse poder absoluto de escolher a quem socorrer e não prestar contas. Há que se encontrar um meio termo que não coloque esse poder absoluto nas mãos do BC. Uma coisa foi queimar dinheiro público com essas taxas estratosféricas e com as operações de swap reverso, sem responder a nenhuma instância. Outro é o auxílio a instituições individuais. Tem que haver mais clareza sobre esse movimento.
Petrobras pode abastecer o mundo com potenciais reservas do Pré-Sal.
Disponibilidade de energia é um dos principais tópicos discutidos atualmente nas mais
diversas esferas. Os países que têm energia ostentam um diferencial em relação àqueles que não a tem, já que acabam se tornando supridores de um insumo totalmente estratégico. O petróleo, juntamente com o gás natural, se destaca por ser a principal fonte de energia, responsável por cerca de 60% da demanda mundial. E ao que tudo indica, apesar do rápido desenvolvimento das energias alternativas, o mundo continuará sendo dependente de petróleo: mudar uma matriz energética leva tempo, além de ter um custo extremamente elevado. Conclusão: o petróleo continuará como principal propulsor energético do mundo. Partindo-se desse pressuposto, o Brasil ganhou espaço, através da Petrobras, no cenário de energia mundial a partir das recentes descobertas realizadas na chamada camada Pré-sal. A camada Pré-sal é, em sua definição, uma extensa camada situada no fundo do mar, que serviu de depósito para microorganismos que, com o passar de milhões de anos, transformaram-se em petróleo.
Atualmente o Brasil possui reservas de cerca de 12,6 bilhões de barris de petróleo, posicionando-se em 15o lugar no ranking mundial, e que pela atual produção, de cerca de 1,9 milhões de barris de petróleo por dia, durariam por mais 19 anos. Se apenas considerarmos as duas primeiras descobertas da camada Pré-sal, pela média do intervalo anunciado, teríamos um adicional de 10,0 bilhões de barris de petróleo, ou seja, praticamente o dobro das reservas atuais.
Atualmente o Brasil possui reservas de cerca de 12,6 bilhões de barris de petróleo, posicionando-se em 15o lugar no ranking mundial, e que pela atual produção, de cerca de 1,9 milhões de barris de petróleo por dia, durariam por mais 19 anos. Se apenas considerarmos as duas primeiras descobertas da camada Pré-sal, pela média do intervalo anunciado, teríamos um adicional de 10,0 bilhões de barris de petróleo, ou seja, praticamente o dobro das reservas atuais.
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Circuit Breaker é trava de segurança
Quando as negociações atingem o limite de baixa de 10% em relação ao fechamento anterior, a bolsa interrompe o pregão por 30 minutos. O período de paralisações serve, entre outras coisas, para que os negociadores tenham tempo de respirar, não entrem em pânico e não agravem uma situação já por si só complicada. Após este período, em caso de perdas excessivas, chegando a uma desvalorização de 15% em relação ao pregão anterior, os negócios são interrompidos por uma hora.
O Circuit Breaker é uma proteção contra a movimentação especulativa. Um instrumento de proteção à volatilidade excessiva em momentos atípicos de mercado. Cautela.
Abraços.
http://www.bovespa.com.br/pdf/cap_18_da_interrupcao_de_negocios.pdf
O Circuit Breaker é uma proteção contra a movimentação especulativa. Um instrumento de proteção à volatilidade excessiva em momentos atípicos de mercado. Cautela.
Abraços.
http://www.bovespa.com.br/pdf/cap_18_da_interrupcao_de_negocios.pdf
DICA
Com este Link você tem acesso ao conteúdo do Pôster Eletrônico Ibovespa Enfoque:
http://www.enfoque.com.br/poster/ibovespa/view_ibovespa_enfoque.aspx
http://www.enfoque.com.br/poster/ibovespa/view_ibovespa_enfoque.aspx
Gráfico de Candlestick -Mensal com tendência, canais e todo conteúdo histórico relevante da época.
Bom apetite!
Sobre novos acordos
Em junho de 1944 foram estabelecidas regras para as relações comerciais e financeiras entre os países mais industrializados do mundo definindo o Sistema Bretton Woods de gerenciamento econômico internacional. O sistema foi o primeiro exemplo, na história mundial, de uma ordem monetária totalmente negociada, tendo como objetivo governar as relações monetárias entre Nações-Estado independentes.
Comentem, abraços.

Comentem, abraços.
100 dias de Crise!
Já passados 100 dias, desde 21 de maio até os atuais, onde vivenciamos uma crise que não parece ter fim, um momento delicado. É a maior crise ocorrida no mundo financeiro moderno. O que irá acontecer daqui por diante será díficil prever. Podemos observar na figura que o IBOVESPA não conseguiu segurar a ventania: -40 % de perda em 100 dias navegados.
Nesses tempos de crise o fator emocional vem à tona. Estamos dentro de um furacão, com tudo que tem direito, maremoto, turbilhões e raios. Todo cuidado é pouco.
Comentários como acordos históricos começam a surgir, juntamente com mecanismos de controle econômico, o que seria de grande ajuda para o combate da crise mundial.
Nesses tempos de crise o fator emocional vem à tona. Estamos dentro de um furacão, com tudo que tem direito, maremoto, turbilhões e raios. Todo cuidado é pouco.
Comentários como acordos históricos começam a surgir, juntamente com mecanismos de controle econômico, o que seria de grande ajuda para o combate da crise mundial.
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